Na mídia

Inserções na mídia e repercussão na imprensa, resultados de estratégias de relacionamento.

Árvore invasora que piora incêndios e 'suga' água ameaça Serra do Cipó

Um dos principais destinos turísticos da população de Belo Horizonte, a serra do Cipó, é procurada principalmente pelas belezas naturais dos Campos Rupestres e cachoeiras. Porém, a sua rica biodiversidade vem sendo ameaçada nos últimos anos por uma invasão silenciosa de espécies exóticas, entre elas, o pinheiro-americano (Pinus elliottii), que altera a paisagem local, "rouba" água e potencializa o poder de destruição do fogo.

Mudanças climáticas ameaçam reduzir em 38% área para abelhas na Bacia do Rio Doce

Um novo estudo científico acende um alerta vermelho para a apicultura e a agricultura na Bacia do Rio Doce. Uma cooperação entre a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Unimontes e o Centro de Conhecimento em Biodiversidade indicou que o aquecimento global pode reduzir em 38% a área climaticamente adequada para a abelha Apis mellifera (a abelha comum, com ferrão) na Região até 2050.

Novo estudo revela como espécie invasora compromete a água e aumenta o risco de incêndios na Serra do Cipó, em MG

A paisagem da Serra do Cipó, em Minas Gerais, enfrenta uma grave ameaça que avança de forma descontrolada. Introduzida no Brasil oficialmente em 1952 para impulsionar a pecuária nacional, a espécie de gramínea africana conhecida como capim-braquiária (Urochloa decumbens) extrapolou as cercas das fazendas rapidamente. Atualmente, a planta domina as margens de rodovias, impulsionada fortemente pela movimentação de terra e sementes durante as obras de pavimentação da MG-010, e invade os raros campos rupestres, sufocando a flora nativa e alterando a dinâmica ambiental da região.

Serra do Espinhaço: professor da UFMG alerta para consequência da mineração

A Serra do Espinhaço, maior cordilheira do Brasil e segunda em extensão na América Latina, é reconhecida como Reserva da Biosfera pela Unesco, desde 2005. Mas este título pode estar ameaçado pela exploração de recursos minerais na região. É o que alerta o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Geraldo Wilson Fernandes. Ele afirma que enquanto grandes mineradoras são alvo de fiscalização e regulamentação, outras menores operam de forma predatória, explorando quartzo e ferro na região.

Árvore nativa da Mata Atlântica resiste a rejeitos de mineração no solo e calor extremo

Uma árvore nativa da Mata Atlântica demonstrou capacidade incomum de sobreviver e de se desenvolver em solos contaminados por rejeitos de mineração e sob calor extremo. O estudo foi conduzido por pesquisadores do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução, do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, em parceria com cientistas da Universidade Federal de Viçosa (UFV), da Universidade de Oxford e do Centro de Conhecimento em Biodiversidade (Biodiv).

Árvore da Mata Atlântica resiste a calor extremo e rejeitos de mineração, aponta estudo da UFMG

Uma árvore nativa da Mata Atlântica apresentou capacidade incomum de sobreviver a solos contaminados por rejeitos de mineração e a temperaturas extremas, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (16) por pesquisadores da UFMG. O estudo indica que a pitanga-preta, cientificamente conhecida como Eugenia florida, mantém alta eficiência fotossintética e ativa mecanismos fisiológicos de defesa mesmo em áreas afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana, em 2015.

Pesquisadores alertam para ‘estado crônico de degradação’ na Bacia do Rio Doce

Um alerta científico publicado por estudiosos da bacia do Rio Doce mostra as evidências do estado crônico de degradação e ações que devem ser tomadas urgentemente para a restauração ambiental, a conservação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. Os cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Centro de Conhecimento em Biodiversidade, sediado na UFMG, e do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), chamam a atenção para o fato de que a provisão de água, pesca e produção de alimentos continuam gravemente ameaçadas, mesmo dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na região Central de Minas Gerais. A situação afeta diretamente comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas e tradicionais.

Dez anos de lama: por que o Rio Doce ainda está doente? - Diário do Comércio

Nesta semana, em 5 de novembro, o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), completa dez anos e a ferida na Bacia do Rio Doce permanece aberta. A lama despejada pela mineradora Samarco, controlada por Vale e BHP, percorreu 853 quilômetros até o litoral do Espírito Santo, levando rejeitos de minério e metais pesados que se depositaram silenciosamente no leito do rio.
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